Mutação do fungo Cordyceps que infecta humanos, eliminando funções cognitivas e transformando o hospedeiro em vetor de dispersão de esporos — com progressão morfológica ao longo de anos de colonização.
Documentação comparativa de patógenos fictícios — vírus, fungos, parasitas e agentes biológicos extraídos de jogos, séries e cinema. Cada dossier consolida mecânicas de infecção, vetores de transmissão, morfologia de infectados e protocolos de contenção descritos nas obras de origem.
Mutação do fungo Cordyceps que infecta humanos, eliminando funções cognitivas e transformando o hospedeiro em vetor de dispersão de esporos — com progressão morfológica ao longo de anos de colonização.
Ecossistema de bioarmas corporativas — da Umbrella ao BSAA — com agentes que vão do colapso epidêmico ao controle neural e à assimilação orgânica total, cobrindo 30 anos de incidentes globais.
Relatório operacional sobre a guerra de atrito entre forças celestiais e infernais na Terra. O ecossistema abrange desde entidades folclóricas locais até arcanjos primordiais, centrando-se na linhagem Winchester como o eixo de resistência contra o determinismo cósmico e o colapso da realidade.
O Forced Evolutionary Virus, liberado pela chuva radioativa após a Grande Guerra de 2077, reescreveu o genoma humano em escala global — produzindo Super Mutantes, Ghouls e fauna radicalmente transformada. Um experimento não planejado de especiação forçada em escala civilizacional.
Patógeno fotossensível com dupla progressão: infectados comuns durante o dia evoluem para Volatiles brutais ao anoitecer. Ciclo circadiano como mecanismo de controle biológico.
Agente infeccioso confinado na ilha de Banoi. Reanimação com força e agressividade aumentadas, com imunidade parcial em casos raros. Origem e vetor primário ainda inconclusivos.
Sinal eletromagnético alienígena que reativa tecido morto e o recombina em formas de vida hostis. Arquitetura orgânica específica para neutralizar resistência. Origem não-biológica: cósmica.
Agente viral presente em todos os humanos desde o início. Não infecta vivos por contato — apenas ativa postumamente, reanimando cadáveres com impulsos agressivos rudimentares. Origem desconhecida.
Vírus de progressão variável com casos documentados de preservação parcial de consciência. A cepa Murphy representa o primeiro registro de imunidade híbrida e transmissão controlada.
Cepa mutante de influenza com progressão fulminante. Casos raros de mutação orgânica produzem unidades especializadas — Witch, Tank, Spitter — com capacidades operacionais únicas.
Patógeno de alta taxa de mutação com comportamento de matilha e diferenciação progressiva. Freakers evoluem em formas especializadas conforme o tempo de infecção, incluindo variantes aquáticas.